E lá vou eu pra esteira.
Corro, corro, corro...
Até não sentir mais o pulsar do meu coração - so, so Twilight!
Mas ele está ali.
Não me olha.
Mas também não deixa de me dar atenção.
Oferece ajuda e eu? Bem, eu banco quem? Kit FODONA mode on!
Menino se faz de magoado...mas tb fica só nisso e vai alongar a piri-piri-piriguete!
Ai, depois de me matar na esteira - sim, eu me matei, né? Se fosse cabível, eu teria pendurado uma melancia escrito azeitona no pescoço....
(pausa dramática)
Hahahahahahahahaha! Eu jamais penduraria uma melancia no pescoço. Fosse pelo motivo que fosse. Pra chamar atenção de homem, então, vai se f&%$#@, né?
Bom, mas o caso é que Euzinha suadinha, exaustinha, metidinha e não alongadinha (ao contrário da piriguete), fui me despedir do meu objeto de desejo e ele estava zangado!!!!!
Ai, que bobo! Pára com esse papo de "se hidrata, hein?"! Pára com esse fofurismo de "Fica com Deus!" e vem curtir o corpinho que Deus me deu, mas vc tá aprimorando!!!!!
Aprendi ontem, com Ferreira Gullar (e ninguém é insano de contestar a fonte): o homem vive entre o acaso e o divino. Porém, o divino (Deus) nos foi incorporado pra gente conseguir suportar que o acaso (ou seja, a tragédia, o sofrimento, o sentimento e o inesperado) existam em nossas vidas.
Ieieiii! Que volta, que viagem! Mas a essência é essa aí. A gente se faz de tough (meu caso) e o mocinho (se faz de sacramente preocupado) e assim ninguém pega ninguém, ninguém se machuca e todo mundo finge que é feliz!!!!
Adorei colocar essas 3 exclamações nos exatos primeiros acordes de Two Steps. Portanto, curtam comigo:
http://www.dailymotion.com/video/x1wj1e_dave-matthews-band-two-steps_music
Se tem um cara que sabe expressar essa zona que se passa na nossa cabeça, esse moço é o Dave!
LUV Y'ALL!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Manos al aire
Ativando o botão do pó-de-arroz e
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domingo, 13 de dezembro de 2009
22
Tô ficando loca.
Toda hora eu penso num post e no minuto seguinte, esqueço.
Bosta!
Tanta coisa pra falar....
Apaixonei.
Se vai rolar, não importa.
Rolando, se vai vai dar certo, importa menos ainda.
Meu time é hexa. Uhhu! Sai do chão, sai do chão! O Brasil é do Mengão!
Faltam 10 dias pra completar 10 anos que eu conheci o homem da minha vida - Elisa linda, sei que mesmo com você aí no céu vamos comemorar juntinhas! Jamais, JAMAIS, me esquecerei do seu esforço em me deixar minimamente feliz naquele dia. O que não poderíamos prever era que um casal FODA se formaria. Muita saudade de você, Elisinha. Queria estar contigo agora, chorando no teu colo (mas será que não estou?).
Nossa, esse ano foi tão diferente de 1999. Parece que se passaram 5 décadas numa só folhinha. Tenho dificuldade em olhar pra trás e traçar um timeline. E quer saber? EXCELENTE!!!!!! Prefiro viver 10 anos a mil do que mil anos a dez!
Beijos pra quem é de beijo e saravá pra todo mundo!
Toda hora eu penso num post e no minuto seguinte, esqueço.
Bosta!
Tanta coisa pra falar....
Apaixonei.
Se vai rolar, não importa.
Rolando, se vai vai dar certo, importa menos ainda.
Meu time é hexa. Uhhu! Sai do chão, sai do chão! O Brasil é do Mengão!
Faltam 10 dias pra completar 10 anos que eu conheci o homem da minha vida - Elisa linda, sei que mesmo com você aí no céu vamos comemorar juntinhas! Jamais, JAMAIS, me esquecerei do seu esforço em me deixar minimamente feliz naquele dia. O que não poderíamos prever era que um casal FODA se formaria. Muita saudade de você, Elisinha. Queria estar contigo agora, chorando no teu colo (mas será que não estou?).
Nossa, esse ano foi tão diferente de 1999. Parece que se passaram 5 décadas numa só folhinha. Tenho dificuldade em olhar pra trás e traçar um timeline. E quer saber? EXCELENTE!!!!!! Prefiro viver 10 anos a mil do que mil anos a dez!
Beijos pra quem é de beijo e saravá pra todo mundo!
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Rumo ao hexa, porra!
[Este texto vai na intenção do grande rubro-negro Luiz Carlos Fraga]
A vigarice segundo a qual um clube com as tradições do Grêmio possa entregar um jogo tem origem na canalha que comanda a imprensa paulista e que pretende esvaziar um certame que não terá - não terá! - por campeão o “grande modelo de organização e gestão” que é o escrotíssimo São Paulo Futebol Clube.
(E a arrogância absolutamente nojenta do engodo Rogério Ceni - responsável, como Kaká, por este futebol asséptico de hoje - terá de entubar que a monumental bagunça do Clube de Regatas do Flamengo seja tão hexa quanto a bambizada escorreita do Morumbi).
(Sinceramente: que se foda o planejamento se pudermos viver, vez ou outra, uma irresistível arrancada como esta do onze rubro-negro).
Em primeiríssimo lugar: o Flamengo é hoje líder do campeonato brasileiro, com dois pontos de vantagem sobre os demais postulantes, por méritos seus absolutos. Porque venceu, canalhada! (E que se saiba reconhecer - sem chororô - a honra alheia, a dignidade de quem triunfa sob as regras, honesta e claramente).
O Flamengo só depende de si - é o único, claro - e isso não se deve a armações de bastidor e desonras esportivas outras.
Não! (E que se saiba reconhecer - sem chororô, repito - a glória alheia, lograda, gol a gol, sobre os gramados de um país inteiro, na bola, em 38 partidas!, como se deve sempre decidir o jogo). (Que se saiba reconhecer, canalhada, que a glória também pode ser alheia).
A extraordinária posição do Flamengo - invejável, sim - decorre do futebol e foi conquistada no campo, na peleja, no jogo jogado, nas vitórias, no fato incontornável e decisivo segundo o qual, nos confrontos diretos com Internacional, Palmeiras e São Paulo, dentro e fora do Maracanã, só perdeu uma, contra o Palestra. (E o futebol será sempre melhor - e mais interessante - quando tratado como… futebol).
Se, ao fim do próximo domingo, o Flamengo for o campeão, assim o será pelo mesmo motivo que ora o põe sozinho na liderança: porque terá vencido um - mais um - respeitável oponente. (Porque, decorridos 38 matches duríssimos, foi o melhor na maioria deles).
A privilegiada situação do Flamengo decorre essencialmente de algo incontornável - e poderoso: o Flamengo, o Flamengo comandado por este fabuloso Andrade, joga como Flamengo. (E aí, canalhada, aí não tem jeito: a gente vai atrás, o negócio ganha corpo, e algumas verdades se restabelecem, colocando “estrutura”, “centro de treinamento”, “planejamento” etc. na secundária ordem empresarial a que pertencem: é no relvado que a parada se decide e, nele, ah!, nele convém não deixar o Flamengo chegar).
É tudo muito simples.
Tão simples que resultará, a propósito dos técnicos de futebol, numa profunda revisão do modelo absurdo que paga 500 mil a figuras como Wanderley Luxemburgo e Muricy Ramalho - tidos e havidos como sumidades, como mestres, como doutores, tudo em detrimento do esporte, do jogador, do craque, daquele que decide. (E quero então relembrar uma frase minha antiga: técnico de futebol é que nem rainha de bateria e tanto melhor será quanto menos atrapalhar).
E eis Andrade, com sua dicção precária, vestido com roupas esportivas, discreto, um ex-craque que sempre soube ser coadjuvante, de Zico, quando atleta, e de Bruno Mezenga, hoje, quando treinador.
O leitor compreende?
Porra: eu sou fã do Carlinhos, o maior treinador da história do Flamengo; e como não pensar nele, no “Violino”, ao ver o Andrade? Como não lembrar que Carlinhos, também ex-jogador rubro-negro, outrora também um refinado volante, foi técnico de Andrade naquela mítica final - contra o Inter, ora-ora - do Brasileiro de 1987?
O leitor compreende?
É o futebol em estado bruto, com o craque à frente, sempre - com Petkovic e Adriano; mas com todo o caráter do que é herança, do que permanece, do que se transfere às novas gerações.
O leitor compreende?
Carlinhos, Andrade, Petkovic, Adriano…
Petkovic. De novo. E como não pensar na alegria que senti ao ver o chute genial vencer o arqueiro cruzmaltino e decretar - aos 43 do segundo-tempo - o tri de 2001?
O leitor compreende?
Adriano também estava lá. Revejam aquele gol. Reparem no momento em que Pet, talvez no instante em que compreendia a própria imortalidade, cai ao chão, morto e renascido, e vejam o jovem Adriano, camisa 18 [um promissor reserva], a pular e invadir o campo para comemorar…
O leitor compreende?
Sim, é o que quero dizer: tudo se encaixa, tudo faz sentido, tudo permanece e permanecerá - porque orgânico, vivo e consistente!, é o Clube de Regatas do Flamengo.
O leitor compreende?
O Flamengo, este Flamengo que é novamente Flamengo, botou a razão, o tipo racional em que me transformei, em seu devido [e bastardo] lugar, e devolveu-me a deliciosa estupidez da mobilização total por um jogo de futebol - algo de que já me julgava incapaz.
E como, sem saber, eu me ressentia disso!
Como me fazia falta estuporar a garganta num grito de gol…
Ao longo desses anos todos - acho que desde Petkovic, em 2001 - fui muito ao Maracanã [fui campeão algumas vezes], sim, mas sempre, hoje vejo, de maneira superficial… Que imbecil!
Há quanto tempo - quanto desperdício! - não elevava esta formidável irrelevância que é o futebol ao que de fato e gloriosamente é: a identidade de um homem.
E o que hoje sou?
Eu sou Flamengo, porra!
E quero escrever aos vagabundos que, diante do provável fracasso do São Paulo e do futebol paulista neste campeonato brasileiro, logo se adiantam, comprazidos, em desqualificar o torneio, que baixo nível técnico - essa invenção aviadada - é o cacete!
Um certame que chega à sua rodada final com quatro postulantes ao título - e isso sem considerar a épica disputa contra o rebaixamento - é construído pelo equilíbrio, pela competição incansável, pelas alternativas cardíacas, pelas reviravoltas coronarianas, pelos gols de exceção, pelos estádios lotados; um certame como este, em que nos roubaram a cerveja e outros tantos e fundamentais prazeres de torcedor, é de alto nível porque ainda assim resiste e cultiva esta rara, cada vez mais rara, capacidade de emocionar.
Isto é alto nível, canalhada!
Domingo, no Maracanã, aconteça o que acontecer, serei eu - serei Flamengo, seria hexa - mais que nunca: estarei com os meus amigos maiores, assim como deve ser sempre.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Onde se ganha o pão...
Hoje o dia começou com 2 auto-puxões de orelha:
1) depois de burra velha, mais muuuuito burra velha, eu ainda caio na asneira de sair pra beber com povo do trabalho. NÃO DÁ, mermão! Não dá pra chegar na segunda-feira e escutar a piadinha "vc tá viva?". Ai, saco!
Em minha defesa, tenho a dizer:
a. eu fui obrigada a ir. Na verdade, fui ludibriada. Me jogaram aquele papo de hoje todo mundo aqui tem que sair pra se divertir e, quando dei por mim, estava fazendo papel de babysitter da sobrinha da chefe. Não, isso não foi uma figura de linguagem. Isso foi fato! Fui obrigada a ir pra balada com o intuito de tomar conta de sobrinha alheia...Sucks!
b. além de ter que bancar a babá, eu tive que aturar um ser chamado Diogo Nogueira. Vocês conhecem essa praga? Pois se não conhecem, um conselho: RUN!!!!!!!!!!!! O cara é ruim, ou melhor, é rim como diz o povo que gosta daquele traste.
Diante da combinação a. + b. o que um ser humano que bebe pode fazer? Beber bastante. E bem bastante mesmo. O que me leva a pensar que ainda existia um agravante: o tal do lugar era caro, nenhuma das pessoas que estavam comigo estavam realmente a fim de estar ali e, mesmo pagando 500 reais, tivemos que passar a noite em pé, como se estivéssemos no Circo Voador. Enfim, minha noite de sexta foi um desastre completo, que arruinou com meu finde, meu fígado e meu humor...
2) voltei ao 154,3. Em duas semanas. Isso é péssimo. Isso, aliás, é mais que péssimo, é terrível. Mas as providências já foram tomadas e entro 2010 nos 132,7 mole, mole.
Afff...delícia de começo de semana, hein?
1) depois de burra velha, mais muuuuito burra velha, eu ainda caio na asneira de sair pra beber com povo do trabalho. NÃO DÁ, mermão! Não dá pra chegar na segunda-feira e escutar a piadinha "vc tá viva?". Ai, saco!
Em minha defesa, tenho a dizer:
a. eu fui obrigada a ir. Na verdade, fui ludibriada. Me jogaram aquele papo de hoje todo mundo aqui tem que sair pra se divertir e, quando dei por mim, estava fazendo papel de babysitter da sobrinha da chefe. Não, isso não foi uma figura de linguagem. Isso foi fato! Fui obrigada a ir pra balada com o intuito de tomar conta de sobrinha alheia...Sucks!
b. além de ter que bancar a babá, eu tive que aturar um ser chamado Diogo Nogueira. Vocês conhecem essa praga? Pois se não conhecem, um conselho: RUN!!!!!!!!!!!! O cara é ruim, ou melhor, é rim como diz o povo que gosta daquele traste.
Diante da combinação a. + b. o que um ser humano que bebe pode fazer? Beber bastante. E bem bastante mesmo. O que me leva a pensar que ainda existia um agravante: o tal do lugar era caro, nenhuma das pessoas que estavam comigo estavam realmente a fim de estar ali e, mesmo pagando 500 reais, tivemos que passar a noite em pé, como se estivéssemos no Circo Voador. Enfim, minha noite de sexta foi um desastre completo, que arruinou com meu finde, meu fígado e meu humor...
2) voltei ao 154,3. Em duas semanas. Isso é péssimo. Isso, aliás, é mais que péssimo, é terrível. Mas as providências já foram tomadas e entro 2010 nos 132,7 mole, mole.
Afff...delícia de começo de semana, hein?
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Deficiente
Estou muito, muito, muito aborrecida.
Uma amiga sempre diz que se vou consultar uma mapeadora de almas, vai ser batata! O prognóstico será: "minha filha, você é daquelas que veio ao mundo para fazer, mas nunca usufruir. Chupa que é de uva!".
Uma amiga sempre diz que se vou consultar uma mapeadora de almas, vai ser batata! O prognóstico será: "minha filha, você é daquelas que veio ao mundo para fazer, mas nunca usufruir. Chupa que é de uva!".
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15:23
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Unibambi - Vale a pena ler e passar para frente!
Os linchadores da Uniban
SÃO PAULO - A notícia da expulsão de Geisy Arruda pela Uniban é estarrecedora. O informe divulgado ontem pela direção da universidade, por meio do qual a aluna ficou sabendo da decisão, é um panfleto obscurantista que requer análise. Ele transforma a incitação ao estupro de uma jovem acossada na universidade por algumas centenas de marmanjos em "reação coletiva de defesa do ambiente escolar".
Eis o que conclui a "sindicância" da Uniban: "Foi constatado que a atitude provocativa da aluna buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar". Geisy, diz a nota, ensejou "de forma explícita os apelos dos alunos" e foi expulsa por "flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade". O título do informe agrega ao conteúdo um toque de humor negro: "A educação se faz com atitude e não com complacência".
De que educação falam esses farsantes? Devemos chamar essa fábrica de açougueiros de instituição de ensino? Que princípio ético ou dignidade acadêmica podem sobreviver a uma escola que pune a vítima humilhada para respaldar a brutalidade e a covardia de uma turba excitada com a própria fúria?
Como se sentirão agora as garotas que estudam na Uniban? Estarão os rapazes liberados pela direção a agir sempre assim em defesa do "ambiente escolar"?
As cenas são conhecidas: "Pu-ta!, pu-ta!", "vamos estuprar!", "solta ela, professor!". Um aluno chutou a maçaneta da porta da sala em que a moça estava encurralada; outros tentaram colocar o celular entre suas pernas para fotografá-la.
A Uniban invoca um zelo pedagógico que não tem para satisfazer a vontade fascista da maioria e preservar os negócios. Com sua decisão, ela deu chancela institucional aos atos de barbárie praticados em suas dependências. Mais do que isso: ao linchar Geisy, a universidade consuma o serviço que os alunos haviam deixado pela metade.
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sexta-feira, 30 de outubro de 2009
spotless mind
mais uma vez vou fazer minhas as palavras dos losermanos
De onde vem a calma daquele cara?
Ele não sabe ser melhor, viu?
Como não entende de ser valente?
Ele não saber ser mais viril
Ele não sabe não, viu?
Às vezes dá como um frio
É o mundo que anda hostil
O mundo todo é hostil
Ele não sabe ser melhor, viu?
Como não entende de ser valente?
Ele não saber ser mais viril
Ele não sabe não, viu?
Às vezes dá como um frio
É o mundo que anda hostil
O mundo todo é hostil
De onde vem o jeito tão sem defeito?
Que esse rapaz consegue fingir
Olha esse sorriso tão indeciso
Tá se exibindo pra solidão
Não vão embora daqui
Eu sou o que vocês são
Não solta da minha mão
Não solta da minha mão
Que esse rapaz consegue fingir
Olha esse sorriso tão indeciso
Tá se exibindo pra solidão
Não vão embora daqui
Eu sou o que vocês são
Não solta da minha mão
Não solta da minha mão
Eu não vou mudar não
Eu vou ficar são
Mesmo se for só
Não vou ceder
Deus vai dar aval sim
O mal vai ter fim
E no final assim calado
Eu sei que vou ser coroado
Rei de mim.
Eu vou ficar são
Mesmo se for só
Não vou ceder
Deus vai dar aval sim
O mal vai ter fim
E no final assim calado
Eu sei que vou ser coroado
Rei de mim.
Ativando o botão do pó-de-arroz e
Produzindo Penélope
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